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domingo, 6 de novembro de 2011

CHAMA-ME.

Chama por mim.
Tira-me desses versos,
Tristes cheios de muralhas.
Que ofusca minha voz.
Desabotoa essa distância perdida.
Coloca-me na palma dos seus olhos.
E na seresta da sua retina,
Quero planar no gel verde
Do seu olhar.
Chama por mim!

Many Pallo

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